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Grande Assembléia Mensal

A

Introdução

A Assembléia do Caern do Vento Frio possui uma dinâmica clara e em cada uma das divisões básicas possui características próprias que mesclam a variedade cultural de seu septo. As divisões básicas são:

  • O Uivo de Abertura
  • O Céu Interno
  • A Quebra dos Ossos
  • As Histórias e Canções
  • A Celebração (Festim)

Depois que a Cabana foi construída, todas as assembléias acontecem dentro dela e qualquer contenda deve ser resolvida na Arena que fica ao lado.

A Velha Pedra onde antes eram realizadas as assembléias agora fecha uma das paredes da Cabana, localizada exatamente para o norte.

O Uivo de Abertura

Toda assembléia começa com um uivo. Quando Espírito-da-Neve, o Mestre do Uivo executa seu uivo, todos então entenderão o motivo pela assembléia.

O elder então vai chamando os outros Galliards a acompanharem-no em seu uivo e a cada indivíduo que o engrossa o coro a assembléia ganha sua identidade.

Os outros garous que assistem então participam do uivo aos poucos reforçando os motivos pelos quais estão ali reunidos.

Como o septo é multi-tribal e o caern predomina por uma aura de calma, o uivo gera uma quebra nos padrões de calma de tranqüilidade do caern. Esta característica foi acordada pela Matilha da Esperança quando fizeram a primeira reunião. Eles queriam mostrar que apesar da natureza do caern, eles traziam em si a fúria de Gaia.

Quando o Falcão protegia o caern, em quase todas as assembléias um som de vento pode ser ouvido junto, levando todos a imaginar o falcão voando alto no céu. Espírito-da-Neve chamava este momento particular de “O Vôo do Falcão”. Como agora quem protege o caern é o Cervo, não mais se ouve este som.

Enquanto esta parte da Assembléia está acontecendo, no meio da Cabana pula normalmente Riso-de-Loki, envolto em peles costuradas em retalhos, dando-lhe aspecto assustador. Ele é o Bobo do Uivo de Abertura.

Este papel dentro da Assembléia foi unânime entre os Elderes e é perpetuado no caern. Apesar do Mestre do Uivo ter um papel de maior importância, o Bobo no caern é muito respeitado. É dele o papel de questionar cada motivo para a necessidade daquela assembléia. A cada questionamento, todos os garous liderados pelo Mestre do Uivo rebatem as alegações do Bobo, mostrando assim força e união sob sua liderança. Estes questionamentos do Bobo fazem todos reavaliarem e reafirmarem seus laços com o caern, com o septo, com a sua tribo, com a sua lua e com a sua missão.

O Céu Interno

Esta parte da assembléia tem como objetivo fortalecer o caern através do contato com os espíritos tribais. O Mestre dos Rituais, Paz-de-Espírito, que por sua vez nesta parte assume também o papel do Conjurador da Wyld. Como os espíritos do Umbra são responsáveis pela força contínua do caern o Céu Interno é vital para a saúde do caern pois o Conjurador da Wyld tem que contatar os espíritos e trata-los com devido respeito e reverência.

Se isto não for feito continuamente o caern perde poder até adormecer.

Esta parte da assembléia ganha maior importância pois os antigos garous que cuidavam deste caern o negligenciaram. Muitas são as preces feitas ao Cervo que sempre está presente mas sempre se enaltece o Grifo e o Falcão por terem apadrinhado o caern por décadas.

A Quebra dos Ossos

Este é o momento em que as queixas são feitas assim como as negociações de todo tipo inclusive políticas.

O elder Verdade-das-Sombras quem assume o cargo de Caçador da Verdade e isto não é uma tarefa simples. Justiça-das-Ruas tentou ocupar este cargo e percebeu que não é simples pois as maquinações políticas acontecem neste momento.

Ele mesmo frisa sempre que como um lobo faminto quebra um osso em busca do doce tutano, o Caçador da Verdade precisa mergulhar nos problemas e conseguir separar a verdade das mentiras.

Como um ex-Juiz do Destino ele faz este papel com exímia. Seus corvos o acompanham sempre e durante esta parte ocupam o topo das árvores em silêncio, deixando-as pesadas e enegrecidas.

Muitos comentam se eles não são os olhos do elder, mas os comentários são apenas sussurros no meio da multidão.

Neste momento todos podem falar desde que com ordem. Por ser um Shadow Lord, esta divisão tornou-se algo rígido. A Litania é cantada por ele mesmo em tom pesado e normalmente os Philodox são chamados para engrossar o sinistro coro. Após a Litania ter sido relembrada a todos, os garous de posto mais alto podem expor suas questões. Os últimos a falar são os garous Cliath.

As contendas são resolvidas na Arena construída ao lado e brigas não são permitidas dentro da Cabana, por ordem direta do Líder do Septo. O mesmo elder que comanda esta parte da assembléia também é o Executor e o Mestre das Punições.

As Histórias e Canções

Nesta etapa Espírito-da-Neve volta a atuar só que agora como Menestrel contando longas histórias de aventuras passadas e presentes sobre os heróis garous.

Neste ponto a interferência tribal se mostra mais claramente pois as histórias acabam sendo contadas não só pelo Menestrel mas também por outros garous (muitos nem são Galliards) e que acabam por dar a esta etapa um colorido especial.

Sabe-se que Lago-dos-Mistérios executa danças durante a dissertação de suas histórias.

A Celebração (Festim)

Este é sem dúvida o momento mais esperado da assembléia pois é o momento em que os Garous liberam seus sentimentos com toda a intensidade física, emocional e espiritual possível.

A assembléia como um todo caminha para isto, aumentando a complexidade destes sentimentos a cada passo.

Devido a proximidade com a cidade esta parte é feita sempre pelo Umbra. Neste momento Cérberus assume, na maioria das vezes, o posto de Inimigo da Wyrm. Ele fica em sua forma lupina e uiva de uma forma que deixa a todos alertas. Então o Mestre do Uivo, que como já foi dito é o Espírito-da-Neve, dá o sinal e o Inimigo da Wyrm convoca a todos através de um uivo ainda mais sinistro que leva a todos a uivar junto de uma forma tão poderosa que mete medo aos inimigos reais dos garous. Quem ainda não estava na forma lupina transforma-se seguindo o Inimigo da Wyrm.

Quando isto acontece lutas simuladas e demonstrações de força estouram espontaneamente entre todos da seita, conforme os garous se preparam para correr. Tudo isto os leva a liberarem-se verdadeiramente. O Inimigo da Wyrm então rompe para fora do caern, conduzindo o septo para uma corrida com o intuito de purificar a área ao redor do caern de todos os inmigos.

Com a proximidade da cidade, eles acabam entrando pela cidade adentro. Com isto os espíritos urbanos acabam por sofrer as mesmas conseqüências dos espíritos da Wyrm.

O líder do septo consegue dar a esta corrida a cara de sua tribo, deixando-a absolutamente brutal, ainda mais por estar saindo do caern, que os acalma muito.

Quase todos entram em frenesi e com isto suprem o caern com a gnose que ele precisa, apesar de todo o esforço que Paz-de-Espírito faz junto com os outros theurges para abastecer o caern com a espiritualidade necessária.

Quando voltam, todos estão renovados de esperança.

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