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Senhor-da-Guerra

Nome: Ulrik Olafsen

Cargo: Líder do Septo

Tribo: Get of Fenris

Auspício: Ahroun

Nascimento: Homid

Posto: Elder

Totem Pessoal: Dragão do Fogo

Característica: diversas cicatrizes, caolho

Este garou lutou aos seus 16 anos nos batalhões populares organizados pelo Reich agonizante, durante a encarniçada Batalha de Berlim. Sua Primeira Mudança se deu encurralado por um grupamento aliado, estripando os soldados no processo.

Quando os Fenris que lutavam na guerra pelo lado americano souberam de mais um maldito 'Garou nazi' na Berlim semi-arruinada, e logo trataram de ir abatê-lo. Foi por muito pouco que Ulrik sobrevive à sua segunda semana como garou, e sua habilidade nata em sobreviver conquistou o respeito de seus caçadores: dois garous da companhia que tinham vindo desde Calais morreram nas garras deste filhote. O líder da companhia, o então athros Bravo Alfa pessoalmente o capturou, e em pouco tempo entendeu que tudo aquilo havia ocorrido apenas por causa de um filhote.

Quando o conflito acabou, ele foi contrabandeado para os Estados Unidos, onde lá recebeu seu treinamento adequado. Mas se ressentiu, enquanto percebia que aprendia muitas coisas longe de sua terra natal.

Ao mesmo tempo, a maior potência ocidental era o país mais guerreiro do planeta. Olafsen serviu primeiro no exército americano, depois formando uma companhia de mercenários, entre kinfolks e garous por longos trinta anos, indo de continente em continente onde houvesse algum conflito armado, e a um bom soldo. Suas exceções pro bono diziam a respeito em operações contra a Wyrm, e ainda assim, cuidava para que os poderes locais pelo menos lhe compensassem pelo gasto de material próprio, se assim fosse aplicável. Não tinha pudores, em serviços pagos, de cobrar o dobro de tribos como os Glass Walkers - especialmente os Glass Walkers.

Encontrar filhotes perdidos, destronar governos na África, 'desinfetar' fábricas poluentes do inimigo, assassinato, sabotagem, guerrilha contra outras Feras, garous ou humanos: pelos litros de sangue derramado, o Senhor da Guerra assim fez jus aos seu nome.

Nos anos 80, em um último serviço da companhia, Olafsen pôde se dedicar realmente ao Velho Continente, ajudando na caçada de diversos Swords of Heimdall - sendo desta época que ele conhece garous como Nuvem Pesada e Sentinela de Gaia. Após o que, debandou o que restou da companhia, indo se integrar aos ranks do Caern do Punho de Sangue, radicando-se na Alemanha durante algum tempo.

Ao fim da década, ele foi destacado para o Caern do Rei Viking, onde assumiu a liderança em combate ritual após dois anos.

Aos 82 anos, o Senhor da Guerra é uma figura impressionante, não dando o menor sinal de fadiga pela idade. Seus cabelos já brancos contrastam com as sobrancelhas negras e a vitalidade e fúria dos olhos azuis. Muito das táticas de guerrilha atuais adotadas pela tribo provém dele, sempre atento às novidades. Apesar de ser um tradicionalista, não se importa em adotar armamento humano, o que lhe rende críticas - pelas costas e bem longe - de alguns.

Os bens pessoais lhe rendem, até hoje, excelentes dividendos, sendo sempre capaz de saciar seu totem pessoal. Não raro, entretanto, toma gosto em sacrificar as riquezas conquistadas de seus inimigos caídos.

Olafsen não tem paciência para conversa fiada, e nem para falta de respeito. Para ganhar o seu, ser direto ao ponto é o melhor jeito de conquistá-lo. Não obstante, é um negociador agressivo, que sempre impõe seu ponto de vista, mas sempre encontra espaço para ser esperto - é difícil ele não obter algo que ele realmente queira: apenas por isso consegue manter Nidhogg e os seus na rédea curta, ao invés de simplesmente estripá-lo: no mais, adoraria que a matilha destes fosse seu modelo para a moderna guerrilha garou. Uma matilha mais sob seu controle para moldá-la e ele, tem certeza, poria operar maravilhas em nome da salvação de Gaia.

Vê em Luz-do-Norte um garou capaz de grandes feitos de honra, mas reconhece nele alguém também capaz de ir a extremos para obter aquilo que deseja. Cuida para que seu caern não seja envolvido em qualquer estratagema de vingança deste Silver Fang contra os seus, assim como procura regular certas informações que lhe possam ser passadas.

Ele próprio não tem uma grande linhagem de destaque, como Dragão-Viking ou Sabedoria-do-Olho-de-Wotan. Mas provou que o sangue igualmente corre vermelho, na hora de se provar mais capaz em combate -- foi assim com o falecido Neto-de-Ymir, naquele combate ritual, anos atrás.

Recentemente, ele adotou uma menina de poucos anos de idade, que ele sabe ser sua bisneta. O pouco tempo que dispõe livre passa próximo a ela, deixada aos cuidados de uma família de kinfolk do caern, sob pesada vigilância. Não se comenta que o Senhor da Guerra tem tal ponto fraco com estrangeiros, ou nem com os menos graduados - mas aqueles que viram horrores incontáveis de tantos anos de batalhas e guerras, sangue e morte, reconhecem no olhar de seu líder algo próximo da paz que em geral é negada em vida a um Get of Fenris.

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